terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Deu Mole.

Escritora Clarah Averbuck diz que foi traída no "Troca de Família"

A estilista Daniela e a escritora Clarah Averbuck se encontram após destrocar de família, Clara é a da direita.
Folha De SÃO PAULO
Estreia sob polêmica hoje na Record a nova temporada do reality show "Troca de Família".
O primeiro episódio irá exibir uma troca protagonizada pela escritora Clarah Averbuck, que afirma ter sido traída pelo marido com a outra participante do programa durante as gravações.
A troca foi feita entre a escritora, que mora em São Paulo, e a estilista e produtora de eventos Daniela, de Arraial D´Ajuda. O programa foi gravado há cerca de um ano.
Em seu blog, Averbuck conta que seu marido, Reginaldo Lincoln (músico da banda Vanguart) a traiu com Daniela durante as gravações e sugere que a traição foi pega pelos microfones da equipe de filmagens. Clarah se separou de Reginaldo no ano passado.
Com apresentação de Amanda Françozo, o programa será exibido hoje às 23h.

Danilo Verpa-27.jun.2008/Folhapress


Necessidade de Promoção ou Espírito de Aventura, duas famílias que trocam as mães, levando-as para Estados diferentes e  distantes, vidas geralmente opostas e aí... Como diz os ditados o bicho pega, e se não houver "simancol" é bem provável estas derrapadas.  Afinal,
a carne é fraca , a ocasião faz o ladrão" blá blá blá.
Tomei a liberdade de fazer este post porque esta notícia já está divulgada em toda imprensa brasileira. O Programa até que é interessante quando atinge o seu objetivo, conhecer novas culturas, aproximar brasileiros distantes, dar uma ajudinha financeira, procurar ajustar alguma encrenca amorosa, e por ai vai.
Só que de vez em quando o tiro sai pela culatra, ou será a mão do destino resolvendo dar auxílio sem pedir licença?
Sei lá...
Vou assistir e depois conto as minhas impressões, que nem sempre estão com as da maioria, seria eu do contra?
Quem me conhece diz que sim. KKK!







E Agora?

Juiz interroga pai da menina Joanna no Rio

Magistrado deve ouvir ainda nesta segunda a madrasta da criança.
Os dois são acusados de tortura e homicídio qualificado, na forma omissiva.

Do G1 .com
Pai de Joanna chega para audiência de cabeça baixa
 
Pai de Joanna (de camisa branca) quando
compareceu à audiência no dia 11 de janeiro
(Foto: Carolina Lauriano/G1)

O juiz Alberto Fraga, do 3º Tribunal do Júri do Rio de Janeiro, interrogou nesta segunda-feira (7), o funcionário público André Rodrigues Marins, pai da menina Joanna Cardoso Marcenal Marins, morta no dia 13 de agosto de 2010 vítima de meningite, contraída pelo vírus da herpes, após 26 dias em coma.

Entenda o caso
Joanna morreu em agosto de 2010. O episódio da morte da menina envolve acusações de maus-tratos à criança e ainda erro médico, já que Joanna chegou a ser atendida por um falso médico.
Na época das investigações, a babá Gedires Magalhães de Freitas foi à polícia e contou que encontrou Joanna suja de fezes, com as mãos amarradas e deitada sob um colchão. No dia 17 de janeiro, a babá voltou a afirmar que a menina vivia em condições precárias de higiene.
“Eu me assustei quando vi aquela cena, logo no meu primeiro dia de trabalho, e quando perguntei ao André porque a Joanna estava naquelas condições ele me disse que era por ordens médicas. Ele também pediu que eu não limpasse a menina e nem chegasse perto”, relatou a babá.
Gedires afirmou ainda que trabalhou no apartamento do casal por 15 dias e que foi demitida por não aceitar dormir na casa.
Apesar das condições em que contou que a menina vivia, Gedires afirmou que André Marins era um pai carinhoso e que chamava as filhas de “minhas princesas”. Ela também falou que durante o período em que trabalhou não presenciou cenas de agressão física contra Joanna.

Já tinha ido me deitar, ler e depois dormir. Mais uma ideia martelava a minha cabeça, não posso dormir engasgada com esta história. Levantei  resolvi desabafar...
O que leva a gente se envolver em coisas que não nos diz respeito, tomar partido deste ou daquele, desta ou daquela situação?
Fujo destas discussões, me envolvi demais no caso Nardoni, perdi noites de sono e quis ir atrás deles para xingá-los e se possível bater neles de dois em dois até ficar impar.
Mais aí aparece uma nova tragédia envolvendo pai, mãe e madrasta. Que saco!
 A pré-disposição do ser humano para a vingança, para o descaso é absurdamente fantástica, E Porque o frágil o inocente tem sempre que arcar com a conta?
Neste caso, para se ferirem os adultos não se acanham em maltratar uma criança que se entrega sem ressalvas, e que apenas pensa em receber carinho e proteção. Porque não deixar as torturas para serem divididas entre eles (pai e mãe), O que será que de fato acontece na cabeça destes jovens para terem atitudes tão fora de moda, ambos tão bem informados e formados ela médica ele agente judiciário?
São vários os envolvidos, pai e mãe, madrasta, babá, médicos “falsos” e verdadeiros, que trama foi essa que o destino armou para uma menina de apenas cinco anos, quem me explica tamanha crueldade, qual o objetivo, para quem seria a vantagem e qual seria esta vantagem?
Ainda agora, depois da morte da menina, continuam as acusações de ambas as partes, uma trama macabra que parece não ter fim.
Tenho filhos, quatro.  E netos quatro e não consigo me imaginar fazendo parte de uma história triste como esta.
Pobre menina! Uma vidinha tão breve que serviu provar que a crueldade não sai de moda infelizmente!

domingo, 6 de fevereiro de 2011

ブラジルにおける日本。Japonês no Brasil.

06/02/2011 10h00 - Atualizado em 06/02/2011 10h00

Carnaval leva japonês de volta a seu país depois de 50 anos no Brasil

Descoberto por uma produtora japonesa, ele encontrou tios que não conhecia.
Keiji Nakamura é diretor de alegorias do Império da Tijuca e do Salgueiro.

Aluizio Freire Do G1 RJ
Japonês no samba - naiji  (Foto: Arquivo pessoal)O japonês é um respeitado diretor de alegorias
do Império da Tijuca (Foto: Arquivo pessoal)
O interesse pelo carnaval fez com que o japonês Keiji Nakajima, diretor geral de alegorias do Império da Tijuca, voltasse ao seu país, depois de 50 anos no Brasil, e localizasse familiares que jamais pensara encontrar. Ele chegou aos tios e primos através de uma produtora, que desembarcou no Brasil para fazer um documentário sobre carnaval, descobriu Keiji e ficou fascinada pela história do japonês-brasileiro no mundo do samba.

“Uma equipe de reportagem chegou ao Brasil atrás de um japonês que fosse ligado ao samba. Fizeram alguns contatos e o pessoal do barracão disse que só conhecia um. Aí, me indicaram. Eles gostaram da minha história e mandaram reforçar a equipe para fazer um documentário, que ainda não saiu”, conta, durante um intervalo de seus trabalhos no barracão.

Aos 58 anos, Keiji embarcou para o Japão, com a ajuda da equipe da produtora, em maio de 2010, pensando em localizar parentes de seus pais. Foi sua primeira viagem à terra natal desde que chegou ao Brasil, em janeiro de 1961, aos oito anos de idade, quando seu pai, funcionário da Ishikawajima, foi transferido para trabalhar no Rio de Janeiro.

Encontro emocionante
“Quando vi o Monte Fuji na minha frente percebi que ainda era um japonês. A atmosfera daquele lugar impregnou minha alma e não deixou que eu me sentisse um estranho. Na viagem, quando o pessoal me perguntou qual era a minha expectativa, respondi: ‘Acho que vou me sentir como um peixe fora d´água. Será uma visita de turista’. Mas, foi um reencontro espiritual e físico, de verdade”, reflete.

Japonês no samba - naiji (Foto: Aluizio Freire)Keiji se diz um japonês-carioca, que gosta de
samba, mulata e cerveja (Foto: Aluizio Freire)
O ponto de partida para localizar os parentes foi visitar os túmulos da família de sua mãe, de sobrenome Shimizu, em uma aldeia religiosa na cidade de Kofu, a cerca de 1h30 de Tókio. “Descrevi lugares, nomes e outras características da família que meus pais contavam. As pessoas começaram a aparecer. As semelhanças surgiam, naturalmente. Encontrei até filhos de primos que não conhecia. Foi tudo muito emocionante”, conta Keiji, que é engenheiro e analista de sistemas.

Depois de ser abandonado pela primeira mulher em Salvador, para onde foi transferido e trabalhou durante quatro anos - caiu no carnaval e só apareceu depois de quatro dias fora de casa -, ele voltou para o Rio e conheceu uma mulata, com quem está há 20 anos.

“Cara, essa mulher me levou para o Salgueiro. Lá, desfilei na escola e passei a trabalhar como diretor de alegorias, um dos maiores prazeres da minha vida. Passei pela Vila Isabel e Império Serrano, onde conheci muita gente boa do carnaval. Quem antes perguntava com certa ironia ‘quem é esse japonês no barracão?’ hoje me respeita. Por essa mulher, me transformei num flamenguista convicto. Ela é mesmo do balacobaco”, resume, dando uma gargalhada cheia de vida.

Samba Japonês

Composição: Jorge Mautner e Nelson Jacobina

Aqui pela primeira vez
Eu canto pra vocês
Um samba e um batuque feito pra japonês
E vem aqui dançar comigo
Sem levar um tombo
E só se para quando ouvir o som daquele gongo
Tóquio é a cidade que
Quase vive em paz
Pois a polícia lá estuda até arranjos florais
Bruce Lee, Kung-fu, Shaolin chegou
E veio sambando e cantando em nagô
O sol então nos encontrará
Pela madrugada
Numa festa como num conto de fadas
Cor de jade e de marfim, nos invade
Amor sem fim, felicidade é uma coisa assim
O sol então nos encontrará
Pela madrugada
Numa festa como num conto de fadas
Cor de jade e de marfim, nos invade
Amor sem fim, felicidade é uma coisa assim.



Que é bonito esta interação  é, não se pode negar .
 A delicadeza dos Japoneses e a beleza da sua cultura, nos aproxima.
Brasileiros e Japoneses no  mesmo compasso,
No Batuque de  um só Coração!
Arigatô!




TUDO AZUL!

Polícia ocupa nove morros em megaoperação no Centro do Rio

Segundo a polícia, às 4h, policiais civis cercaram 48 pontos na região.
Às 6h, agentes da Polícia Militar começaram a entrar nas comunidades.

Thamine Leta e Alba Valéria Mendonça Do G1 RJ
Blindado da Marinha - ocupação São Carlos - Rio (Foto: Reprodução / TV Globo)
Ao todo, 21 blindados reforçam a megaoperação no Centro do Rio (Foto: Reprodução / TV Globo)
Mais de cem homens da Polícia Federal reforçam
a ação (Foto: Thamine Leta / G1)

‘Graças a Deus não teve tiro’, diz morador de morro após invasão no RJ

Morro São Carlos foi ocupado cerca de uma hora depois da entrada da polícia.
Agentes começaram a cerca favelas por volta das 4h.

Thamine Leta Do G1 R
Moradores - ocupação São Carlos - Rio (Foto: Thamine Leta / G1)Após ocupação tranquila, moradores caminham
pelo Morro de São Carlos (Foto: Thamine Leta / G1)
‘Fiquei em casa o tempo todo, e agora estou saindo. Graças a Deus não teve tiro’, contou um morador do Morro do São Carlos, no Centro do Rio. Além da comunidade, outras 9 favelas da região foram invadidas pela polícia neste domingo (6).
O G1 subiu no alto do São Carlos e conferiu que por lá o clima é de tranquilidade. É possível encontrar sinais de que a polícia passou por lá sem problemas. Não foram encontrados obstáculos colocados por traficantes, como barricadas. No entanto, alguns carros foram destruídos após a passagem do veículo blindado da Polícia Militar.

Por volta das 7h30, quando a polícia já havia dominado a comunidade, muitas pessoas começaram a circular pelas ruas. Outras, ainda com medo de uma possível reação, ficaram observando a movimentação da janela.
Policiais do Batalhão de Choque e da Polícia Militar estão em diversos pontos do morro fazendo patrulhamento e revistando casas suspeitas. Uma equipe da Polícia Civil está no na entrada da comunidade monitorando a entrada e saída de veículos.
Ocupação de nove morros durou menos de 2 horas
Menos de duas horas depois do início da entrada de policiais em favelas do Centro do Rio, a Polícia Militar anunciou que os nove morros da região já estavam completamente ocupados.
Vista do Morro São Carlos (Foto: Thamine Leta/G1)Vista do Morro São Carlos (Foto: Thamine Leta/G1)
A megaoperação começou por volta das 4h  para ocupar nove favelas do Estácio, Catumbi e Santa Teresa, no Centro do Rio. A primeira parte da ação contou com agentes da polícia civil cercando 48 pontos dessas comunidades e, às 6h, homens, em sua maioria da Polícia Militar, começaram a entrar nos morros São Carlos, Zinco, Querosene, Mineira, Coroa, Fallet, Fogueteiro, Escondidinho e Prazeres.
Os blindados da Marinha chegaram ao Batalhão de Choque da Polícia Militar, no Centro da Cidade, na noite de sábado (5) e, segundo a Secretaria de Segurança Pública, às 4h, os 846 homens que participam da operação já estavam de prontidão. Ao todo, são 380 agentes da Polícia Militar; 189, da Polícia Civil; 103, da Polícia Federal; e 24, da Polícia Rodoviária Federal. A Marinha dará reforço com 150 fuzileiros navais e 21 blindados.

Bandeira do Batalhão de Choque é hasteada no alto de morro ocupado

Símbolo da unidade foi colocada no Morro dos Prazeres, em Santa Teresa.
Polícia soltou fumaça azul para sinalizar sucesso da megaoperação no Rio.

Thamine Leta Do G1 RJ
Imagino como deve ter sido à noite e o amanhecer do dia destas Comunidades, mas como dizia a minha avó "o que arde cura", então vamos continuar a creditar que tudo irá dar certo, os esforços estão sendo feitos, providencias tomadas, os moradores das comunidades conscientes de que é  preciso mudanças, torço pela felicidade e bem estar de todos, os que moram nestes locais e os que não moram também.O Rio de Janeiro nunca foi uma Cidade de divisão então...todos juntos e misturados.
E os policiais militares falando por sinais de fumaça acreditam nisto também.

Azul da Cor do Mar.

Composição: Tim Maia

Ah!
Se o mundo inteiro
Me pudesse ouvir
Tenho muito prá contar
Dizer que aprendi...
E na vida a gente
Tem que entender
Que um nasce prá sofrer
Enquanto o outro ri..
Mas quem sofre
Sempre tem que procurar
Pelo menos vir achar
Razão para viver...
Ver na vida algum motivo
Prá sonhar
Ter um sonho todo azul
Azul da cor do mar...
Mas quem sofre
Sempre tem que procurar
Pelo menos vir achar
Razão para viver...
Ver na vida algum motivo
Prá sonhar
Ter um sonho todo azul
Azul da cor do mar...
 

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Que o Amor Torne o Recorde Também de Felicidade!

Por recorde, quase 3 mil casais se casam na Índia

Tentativa foi realizada na quarta-feira em Amravati.
Ao todo, 2.835 casais participaram do casamento coletivo.

Do G1, em São Paul
Quase 3 mil casais para participaram na quarta-feira (2) de um casamento coletivo em Amravati, na Índia, com o objetivo de entrar para o Guinness, livro dos recordes. Segundo os organizadores, a tentativa de recorde reuniu 2.835 casais.



2.835 casais participaram do casamento coletivo. (Foto: Sajjad Hussain/AFP) 
                                        Tentativa foi realizada em Amravati, na Índia. 
 
Gandhi ,  Yoga, Colorido das roupas, o moreno da cor da pele, o sorriso franco?
O que me Atrai tanto na Índia? Não sei.
Mais a Índia exerce em mim  um encantamento não explicável. 
E eu quero muito que este recorde da notícia acima  não seja apenas o da união civil, se torne na realidade o recorde da união e do amor.
Namastê!
 

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

A FRAGILIDADE DA BELEZA.





Liz Taylor teve  problemas que não a levaram dessa vida por um milagre - os problemas de saúde não foram poucos. Hoje é vista numa cadeira de rodas já com a vida, aparentemente, por um fio. Só para registrar, no período de 1942 a 1990 o mito de Hollywood passou por poucas e boas:

Debilitada, Elizabeth Taylor é vista em consultório médico nos EUA

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DE SÃO PAULO
A atriz Elizabeth Taylor foi fotografada chegando a um consultório médico em Berverly Hills, na Califórnia.
De cadeira de rodas e tubo de oxigênio no nariz, a atriz estava cercada de assistentes. Um deles segurava seu cachorro.
Segundo a agência Grosby Group, ela foi realizar exames de rotina no local.
Taylor completa 79 anos no próximo dia 27.

The Grosby Group
Elizabeth Taylor chega a consultório médico nos EUA
Elizabeth Taylor chega a consultório médico nos EUA
Em outubro de 2009, a atriz foi submetida a uma cirurgia cardíaca, que implantou um grampo para evitar que o sangue volte a seu coração através da válvula mitral.
A atriz foi diagnosticada com insuficiência cardíaca há sete anos e sofre com graves problemas nas costas. Ela geralmente usa uma cadeira de rodas em suas raras aparições públicas. 

Não comento, para mim Ela continua Linda!



 

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

ÚLTIMO TANGO...

A atriz francesa Maria Schneider, protagonista do filme "Último Tango em Paris" (1972) ao lado de Marlon Brando, morreu nesta quinta-feira em Paris aos 58 anos em consequência de um câncer, informou a família.


Em uma entrevista de rara franqueza ao jornal britânico “Telegraph”, a atriz francesa Maria Schneider – que ficou famosa pela cena de sexo anal com Marlon Brando e uma barra de manteiga em “O último tango em Paris” (1972) – revelou que já fez um pouco de tudo na vida: foi viciada em cocaína e heroína, dormiu com homens e mulheres, internou-se rapidamente em um asilo para doentes mentais de Roma.
Mas a única coisa de que ela se arrepende foi ter participado do filme de Bernardo Bertolucci quando tinha apenas 19 anos, em sua estreia como atriz. “Se eu pudesse voltar no tempo, teria dito não. Teria feito meu trabalho gradualmente, discretamente. Eu teria sido uma atriz, mas de maneira mais tranquila”, ela diz na entrevista.

Pessoal, este início de ano está me surpreendendo, pena que sejam surpresas ruins. Esta notícia me levou de novo a anos atrás em minha vida, ela Maria Schneider, me fez "corar" aos vinte e poucos anos de idade já mãe de filhos, as cenas de sexo, principalmente a da manteiga me chocaram e agora trinta e poucos anos depois vejo que era o preparo para o que  aconteceria  mais para a frente. Não sou pudica, pelo contrário meus filhos até me acham um pouco escrachada. Mas como diz o outro "vivendo e aprendendo a jogar".
Estou perdendo as referências vivas de minha infância, adolescência e juventude. Lamentar? Não vou não, afinal tudo isto foi no século passado e eu renasci com o novo século, estou menininha ainda.
Voltando a Maria Schneider, que casal ela e o Marlon Brando formaram neste filme, ele na época lindo e sonho de consumo de todas as mulheres do mundo e ela  que representava o sonho de todas elas "pegou" o Brando mesmo sendo na ficção, a quem diga que o romance saiu das telas, será? Não importa!
Certamente na cena mais escabrosa deste filme,a da manteiga teve um papel importante não somente no filme fora da telona virou um estímulo para a queda da censura em todo o mundo. 
Sei somente que lá se vai mais um pedacinho de mim, e agora... da juventude!
Ela definitivamente acaba de dançar o 
O Último Tango . VIVA MARIA! 

Cena do Último Tango em Paris, Maria e Brando.